O SUJEITO INOCENTE

Do alto da varanda, em pé apoiando-se na grande grade de proteção.
E ela de cabelos molhados com seu roupão aberto à exibir o corpo ainda úmido do banho
O olhar ao longe porém em uma unica direção, o sujeito lá em baixo a limpar piscina.
O sol refletindo a pele clara e delicada, e o suor contrastando as definições de seus músculos.
E ela com um leve sorriso de malícia o sentenciou;
- Ás de pagar-me por esta exibição gratuita, e não terei piedade de tuas súplicas!
D A R K

UM LADO TURVO QUE GOSTO

Pega de um jeito de homem do mato
De pessoa com instinto bruto
Mas que sabe bem quem quer marcar;
Sabe como ser gentil até umas horas e brinca como se ainda fosse moleque.
Não precisa da beleza na pele nem das riquezas na terra, pois carrega na ponta dos dedos e nos lábios os truques de como se fazer ser e ter tudo aquilo que bem quer.
É sagaz, matreiro e voraz, é Homem, mas temo que não vive entre os mortais.
D A R K

CRIMES E PECADOS

Ainda vem aquela questão da consciência pesando com o tamanho dos pecados;
Mas afinal quem liga, se no raiar do dia vou ir lá e cometo e mesmo crime?!
É difícil dizer não quando se estar de boca cheia
D A R K